Para combater o efeito estufa, a poluição e o consumo de energia, a China apresentou ao mundo, um ônibus inovador que anda sobre os carros.
A novidade foi anunciada essa semana e a expectativa é que a primeira linha comece a funcionar em Pequim ainda este ano.
O “3D Express Coach”, ou “ônibus 3D” como é chamado, possuirá um vão superior a 2 metros de altura, permitindo a veículos de pequeno porte que trafeguem por baixo, evitando assim grandes congestionamentos.
Com 6 metros de largura, suspenso a 4-4,5 metros de altura, ele deixa espaço para carros de até 2 metros passarem por baixo. O ônibus 3D usará fontes de energia ecologicamente corretas, como a solar, e poderá chegar a uma velocidade de 60 km/h, podendo transportar entre 1.200 e 1.400 passageiros. O veículo se moveria por trilhos.
A novidade foi anunciada como uma solução para reduzir a poluição e, principalmente, os congestionamentos das grandes cidades chinesas. No entanto, se o projeto se mostrar viável, poderá ser implementado em vários lugares do mundo.
O projeto será aprovado no fim deste mês e sua implantação parece ser muito rápida.
Até quando a Terra suportará? Esta é a pergunta que não quer calar, diante dos sinais mais do que claros de que o planeta não agüentará por muito tempo o ritmo acelerado de degradação ambiental. Em um mundo pautado pelas discussões econômicas, infelizmente, a preservação do meio ambiente costuma ficar relegada a um segundo plano. Mas há muito a preocupação com a questão ambiental deixou os “guetos ambientalistas” para ganhar as capas das principais publicações internacionais.
Recente estudo do British Antarctic Survey (BAS), com sede em Cambridge (Inglaterra), demonstrou que o derretimento da densa camada de gelo que cobre a parte ocidental da Antártida poderá elevar em quase 4,9 metros o nível dos oceanos. É mais um alerta entre muitos sobre os efeitos desastrosos do aquecimento global.
O eventual colapso das calotas polares de gelo constituiria um desastre de proporções gigantescas, já que inundaria enormes áreas costeiras de países, sejam eles desenvolvidos ou não. Além disso, os cientistas alertam que o degelo da Groenlândia e das calotas polares pode comprometer a Corrente do Golfo, responsável por levar águas quentes dos trópicos para o Reino Unido e o norte da Europa. Essa interrupção seria catastrófica e acarretaria uma queda de temperatura da ordem de 10ºC em todo o Atlântico Norte. Isso sem falar na extinção em massa de ecossistemas e espécies em todo planeta em conseqüência do aquecimento global. Afinal, a mortandade é diretamente proporcional ao nível de aquecimento, pois plantas e animais não teriam tempo suficiente para se adaptarem a essa nova realidade.
Não podemos mais fechar os olhos diante dos alertas da natureza. O Brasil não pode se furtar do seu papel preponderante em meio a todo esse processo. Detentor de uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, somos um exemplo claro de que é possível conciliar desenvolvimento com proteção ambiental. Mas precisamos estar alertas quanto ao perigo do desmatamento de nossas florestas, o nosso calcanhar-de-aquiles da área ambiental.
Esse momento é especialmente importante para o mundo. Afinal, podemos ser os senhores do nosso destino. Só depende de nós a decisão de combater o aquecimento global agora, ou deixarmos para as gerações futuras uma herança maldita de degradação do meio ambiente.
Fonte: Ambiente Brasil

Assim como o ar que se respira nas ruas, aquele que se respira no ambiente de trabalho e em casa também é importante para a saúde. Considerando que a população passa de 80 a 90% do tempo em ambientes fechados, é importante que haja uma atenção especial à qualidade do ar.
Avaliando que uma pessoa adulta respira 15 mil litros de ar por dia e em mais da metade do tempo realiza atividades em ambientes internos, seja trabalhando, fazendo compras, aulas de ginástica ou divertindo-se em cinemas e teatros, é possível entender que a qualidade do ar dos ambientes fechados pode afetar de modo significativo à saúde da população.
A poluição do ar de ambientes internos pode causar doenças. Ao respirar ar poluído, as partículas presentes são absorvidas pelo pulmão. Assim, doenças como sinusite, rinite, otite, amidalite, faringite, bronquite, pneumonia, asma, gripes e resfriados podem surgir. As gripes, por exemplo, reduzem a defesa do organismo e provocam o aparecimento de infecções como pneumonia. Outro problema de saúde é a alergia, que afeta de 20 a 45% da população. Mesmo que a pessoa não seja alérgica, a exposição aos ácaros, fungos, mofo, poeira de local fechado e bactérias faz a pessoa ser alérgica.
A fumaça de cigarro pode ser considerada a principal fonte de poluição do ar interno porque enquanto os fumantes estão expostos à principal origem da fumaça, as pessoas ao redor estão involuntariamente sujeitas aos componentes da fumaça do cigarro que são considerados cancerígenos.
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