2030: o ano final do Cerrado

2030: o ano final do Cerrado

Estudos da ONG ambientalista Conservação Internacional Brasil (CI-Brasil) indicam que o Cerrado deverá desaparecer até 2030. Dos 204 milhões de ha originais, 57% já foram completamente destruídos e a metade das áreas remanescentes estão bastante alteradas, podendo não mais servir à conservação da biodiversidade. A taxa ...

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Lei obriga empresas de eletrônicos a neutralizar lixo tecnológico

Lei obriga empresas de eletrônicos a neutralizar lixo tecnológico

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um Projeto de Lei no Estado que obriga empresas que fabricam, importam ou comercializam produtos eletrônicos a reciclar ou reutilizar total ou parcialmente o material descartado. Se não for possível reaproveitá-lo, é exigida a neutralização do lixo. A lei agora deve ser sancionada pelo ...

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China cria ônibus que circula por cima dos carros

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Para combater o efeito estufa, a poluição e o consumo de energia, a China apresentou ao mundo, um ônibus inovador que anda sobre os carros. A novidade foi anunciada essa semana e a expectativa é que a primeira linha comece a funcionar em Pequim ainda este ano. O ...

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Até quando a terra suportará?

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Até quando a Terra suportará? Esta é a pergunta que não quer calar, diante dos sinais mais do que claros de que o planeta não agüentará por muito tempo o ritmo acelerado de degradação ambiental. Em um mundo pautado pelas discussões econômicas, infelizmente, a preservação do ...

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Perda crescente da biodiversidade mobiliza o planeta

Perda crescente da biodiversidade mobiliza o planeta

No Ano Internacional da Biodiversidade, o Brasil se destaca por várias ações que vêm contribuindo para a manutenção das diferentes espécies aqui localizadas. Entre elas, a redução do desmatamento na Amazônia, a criação de novas áreas de conservação de uso sustentável e de proteção integral e ...

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Lei obriga empresas de eletrônicos a neutralizar lixo tecnológico

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um Projeto de Lei no Estado que obriga empresas que fabricam, importam ou comercializam produtos eletrônicos a reciclar ou reutilizar total ou parcialmente o material descartado. Se não for possível reaproveitá-lo, é exigida a neutralização do lixo.

A lei agora deve ser sancionada pelo governador do Estado, José Serra, em 30 dias. A Secretaria do Meio Ambiente avaliou positivamente o projeto e deve cuidar da regulamentação da lei. É um decreto da secretaria que vai determinar as normas e categorias de aplicação.

Em caso de descumprimento da lei, a empresa estará sujeita a sanções que variam de advertência até multas diárias de, aproximadamente, R$ 14 mil.

A assessoria de imprensa da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) afirma que participou das discussões sobre o projeto de lei e que agora espera sua publicação para saber em que condições foi aprovado.

“Há mais de 10 anos, a Política Nacional de Resíduos Sólidos está sendo debatida, e agora está parada no Congresso Nacional. Nesse meio tempo, alguns Estados, como São Paulo, foram se adiantando e fizeram suas próprias determinações, o que dificulta a ação das empresas, que são presentes em todo país”, diz José Carlos de Oliveira, assessor de imprensa da Abinee.

O projeto de Lei (33/2008), idealizado pelo deputado Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), pretende responsabilizar a empresa pela destinação final do produto.

“Pela rapidez da evolução tecnológica e a ampliação da inclusão digital, o impacto ambiental aumentará em graves proporções, colocando em risco a vida da população. É um problema muito maior que queremos discutir com a sociedade”, declarou em nota.

Segundo a assessoria de Barbosa, hoje não há uma legislação que regulamente o descarte do lixo tecnológico e, por isso, são grandes os riscos de contaminação do meio ambiente.”Em vários países europeus já existem leis que determinam a informação sobre os riscos de contaminação. Os fabricantes também são obrigados a recolher os produtos obsoletos ou sem uso pelo consumidor. Essa é uma tendência mundial que precisa ser adotada não só em São Paulo, mas em todo o país”, concluiu o deputado.

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China cria ônibus que circula por cima dos carros

Para combater o efeito estufa, a poluição e o consumo de energia, a China apresentou ao mundo, um ônibus inovador que anda sobre os carros.

A novidade foi anunciada essa semana e a expectativa é que a primeira linha comece a funcionar em Pequim ainda este ano.
O “3D Express Coach”, ou “ônibus 3D” como é chamado, possuirá um vão superior a 2 metros de altura, permitindo a veículos de pequeno porte que trafeguem por baixo, evitando assim grandes congestionamentos.

Com 6 metros de largura, suspenso a 4-4,5 metros de altura, ele deixa espaço para carros de até 2 metros passarem por baixo. O ônibus 3D usará fontes de energia ecologicamente corretas, como a solar, e poderá chegar a uma velocidade de 60 km/h, podendo transportar entre 1.200 e 1.400 passageiros. O veículo se moveria por trilhos.

A novidade foi anunciada como uma solução para reduzir a poluição e, principalmente, os congestionamentos das grandes cidades chinesas. No entanto, se o projeto se mostrar viável, poderá ser implementado em vários lugares do mundo.

O projeto será aprovado no fim deste mês e sua implantação parece ser muito rápida.

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Até quando a terra suportará?

Até quando a Terra suportará? Esta é a pergunta que não quer calar, diante dos sinais mais do que claros de que o planeta não agüentará por muito tempo o ritmo acelerado de degradação ambiental. Em um mundo pautado pelas discussões econômicas, infelizmente, a preservação do meio ambiente costuma ficar relegada a um segundo plano. Mas há muito a preocupação com a questão ambiental deixou os “guetos ambientalistas” para ganhar as capas das principais publicações internacionais.

Recente estudo do British Antarctic Survey (BAS), com sede em Cambridge (Inglaterra), demonstrou que o derretimento da densa camada de gelo que cobre a parte ocidental da Antártida poderá elevar em quase 4,9 metros o nível dos oceanos. É mais um alerta entre muitos sobre os efeitos desastrosos do aquecimento global.

O eventual colapso das calotas polares de gelo constituiria um desastre de proporções gigantescas, já que inundaria enormes áreas costeiras de países, sejam eles desenvolvidos ou não. Além disso, os cientistas alertam que o degelo da Groenlândia e das calotas polares pode comprometer a Corrente do Golfo, responsável por levar águas quentes dos trópicos para o Reino Unido e o norte da Europa. Essa interrupção seria catastrófica e acarretaria uma queda de temperatura da ordem de 10ºC em todo o Atlântico Norte. Isso sem falar na extinção em massa de ecossistemas e espécies em todo planeta em conseqüência do aquecimento global. Afinal, a mortandade é diretamente proporcional ao nível de aquecimento, pois plantas e animais não teriam tempo suficiente para se adaptarem a essa nova realidade.

Não podemos mais fechar os olhos diante dos alertas da natureza. O Brasil não pode se furtar do seu papel preponderante em meio a todo esse processo. Detentor de uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, somos um exemplo claro de que é possível conciliar desenvolvimento com proteção ambiental. Mas precisamos estar alertas quanto ao perigo do desmatamento de nossas florestas, o nosso calcanhar-de-aquiles da área ambiental.

Esse momento é especialmente importante para o mundo. Afinal, podemos ser os senhores do nosso destino. Só depende de nós a decisão de combater o aquecimento global agora, ou deixarmos para as gerações futuras uma herança maldita de degradação do meio ambiente.

Fonte: Ambiente Brasil